• Segunda, 14 de Setembro de 2026

Mato Grosso do Sul tem 4º melhor avanço em produção industrial do País

MS foi incluído à comparação, juntamente com Rio Grande do Norte e Maranhão e aparece entre as três taxas acima da média nacional

CORREIO DO ESTADO / LEO RIBEIRO


Federação em Mato Grosso do Sul destacou que 2023 o Estado enfrentará quatro principais desafios para 'romper o marasmo' - Reprodução/ FIEMS

Mato Grosso do Sul, juntamente com Rio Grande do Norte e Maranhão foram incluídos na pesquisa que mede o desempenho na indústria nacional, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostrou variação negativa de 0,3% no País, visualizada em 8 das 15 unidades da federação investigadas. 

Desde janeiro, a Sondagem do Radar Industrial da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (Fiems) já sinalizava um semestre de estabilidade. 

Além de Mato Grosso do Sul (4,5%), os avanços positivos foram observados no Amazonas (13,0%), Maranhão (11,5%), Minas Gerais (9,8%), Goiás (3,5%), Rio de Janeiro (3,2%) - acima da média nacional - e Ceará (0,2%), em janeiro ante ao último mês de 2022. 

A própria Federação em Mato Grosso do Sul destacou que 2023 o Estado enfrentará quatro principais desafios para 'romper o marasmo'. São eles: 

Entre as empresas que compõe a indústria de MS, encontram-se empreendimentos dos ramos de: produtos alimentícios; metal; material plástico; confecção de vestuário; couros e artefatos; extrações; bebidas, etc. 

Queda no resto do país

Conforme o IBGE, foram registradas quedas no Rio Grande do Sul (-3,4%), Mato Grosso (-2,0%), Rio de Janeiro (-1,0%), Santa Catarina (-1,0%), Pará (-0,4%), Paraná (-0,3%) e Bahia (-0,2%).

Inclusive, a unidade considerada o maior parque industrial do Brasil, São Paulo, também registrou números negativos, na casa de 3,1%.  

Na comparação com o período homólogo, a produção industrial teve avanço em sete regiões, sendo que o próprio IBGE frisa o dia útil a menos que 2022 teve, em comparação com este ano. 

Para o maior parque industrial (SP), a queda no período foi de 2,1% de recuo. Também registraram retração: 

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