• Quinta, 18 de Junho de 2026

Obra em ponte na BR-262 terá “pare e siga” e interdições a cada 21 dias

Recuperação estrutural sobre o Rio Paraguai começa com investimento de R$ 11,7 milhões e previsão de bloqueios

VIVIANE OLIVEIRA / CAMPO GRANDE NEWS


Ponte durante reparos realizados em anos anteriores (Foto: Saul Schramm/Arquivo/Governo do Estado)

O Governo de Mato Grosso do Sul inicia uma nova etapa de recuperação estrutural da ponte sobre o Rio Paraguai, na BR-262, em Corumbá, com investimento de R$ 11.727.912,21. Durante a execução, o tráfego funcionará em sistema de “pare e siga' em tempo integral, e estão previstas interdições programadas a cada 21 dias, preferencialmente aos fins de semana e no período noturno.

A obra será executada pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), por meio de termo de cooperação técnica com o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). A intervenção prevê a recuperação completa dos elementos estruturais da ponte, com correção de patologias e falhas construtivas identificadas ao longo do tempo.

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Nesta fase, serão realizados serviços técnicos especializados para reforço e reabilitação da estrutura, com o objetivo de garantir mais segurança, durabilidade e confiabilidade a uma das principais ligações de acesso ao município e à região pantaneira. Para manter a circulação de veículos, serão utilizadas plataformas metálicas durante os trabalhos.

Após a emissão da OIS (Ordem de Início de Serviço) e a instalação do canteiro de obras, os bloqueios periódicos serão adotados como estratégia para minimizar transtornos aos usuários da rodovia.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, destacou a importância da intervenção. “Estamos avançando para uma recuperação completa da estrutura, com soluções definitivas e tecnologia adequada. Essa ponte é estratégica para Corumbá e para todo o Pantanal, e nosso compromisso é garantir segurança e durabilidade para quem depende dela diariamente', afirmou.

A estrutura já havia passado por uma intervenção anterior. Na ocasião, foram utilizadas técnicas especializadas, incluindo o trabalho de alpinistas para acesso a pontos elevados e de difícil alcance, permitindo a estabilização inicial da ponte.

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