• Domingo, 08 de Novembro de 2026

63% dos leitores discordam da desistência de Nelsinho Trad ao Senado

Senador do PSD desistiu da reeleição e aceitou assumir como suplente na chapa de Reinaldo Azambuja

BRUNA MELO / CAMPO GRANDE NEWS


Senador Nelson Trad Filho compareceu à convenção estadual do PL (Foto: Maya Severino)

Sessenta e três por cento dos leitores do Campo Grande News discordam da decisão de Nelsinho Trad (PSD) de sair da disputa pelo Senado. Outros 37% concordaram com a decisão do senador, que passa a ser suplente na chapa de Reinaldo Azambuja (PL).

Uma nota nas redes sociais divulgou a decisão na última sexta-feira (31). Segundo Nelsinho, a desistência foi uma orientação nacional do PSD (Partido Social Democrático) e visa fortalecer a aliança política em Mato Grosso do Sul.

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A aliança partidária reúne dois nomes fortes da política sul-mato-grossense. Nelson Trad Filho atuou como prefeito de Campo Grande entre 2005 e 2008 e foi reeleito em 2009. Reinaldo Azambuja foi governador de Mato Grosso do Sul entre 2015 e 2022.

A chapa busca apoiar a candidatura de Reinaldo Azambuja ao Senado e dividiu opiniões entre os leitores do Campo Grande News nas redes sociais. Celma Specie se indignou com a decisão 'Só pode ser brincadeira! Nelsinho senador novamente é quem queremos'. Em contrapartida, Sérgio Ramos e Aguiar Silas dizem torcer para que o eleitor sul-mato-grossense aposente a família Trad da política.

Na convenção estadual do PSD realizada no sábado (1°) no Rádio Clube Cidade, Nelsinho reconheceu a frustração dos apoiadores e integrantes do PSD que apoiavam a reeleição dele ao Senado. O candidato atribuiu a desistência aos entraves partidários e ao perigo de enfrentar uma campanha sem estrutura, mesmo com o apoio de colegas.

Nelsinho não reconhece o passo de recuo como o fim de sua trajetória política. “Eu não preciso provar mais nada para mim. Eu já sou feliz comigo mesmo. Tenho discernimento e condições de continuar contribuindo, ajudando o meu Estado e ajudando o meu País. Eu tenho pautas muito importantes no Congresso para continuar tocando', afirma o senador.



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